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| Foto: Divulgação |
Juliana conta que aos dois meses de vida, sua mãe começou à alimentá-la com leite em pó, pois com outro tipo de leite ela não ia aos pés e chorava por causa das cólicas, mas com o passar do tempo esses sintomas se agravaram, “Pela falta de conhecimento, eu ingeria leite todas as manhãs antes de ir para a escola, até que fui ao médico onde ele detectou que eu estava com gastrite e refluxo gástrico” relata ela.
No caso de Juliana, não há medicação, por se tratar de uma alergia, ela precisa apenas manter-se longe de produtos derivados do leite. Às vezes, ela abre exceções ingerindo quantidades razoáveis desses alimentos, mas sabe que alguns minutos depois passará mal. Consumir alimentos leves, livres de lactose ou quantidades moderadas, essa é a realidade de Juliana, que hoje aprendeu à dosar e conhece bem suas limitações.
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Processo de adaptação

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