Um dos assuntos mais comentados essa semana é o leite. Descoberta uma fraude que envolvia o processo de produção, esse alimento fundamental para alimentação de alguns, e um grande inimigo de outros. Mas até que ponto o leite é necessário, e para aqueles que têm rejeição ou alergia a ele e seus derivados, como é a alimentação, o processo de adaptação, sendo que boa parte do que consumimos possui lactose? E o que é verdade e mito sobre ele?Surge uma questão polêmica e divisora de águas.
A Nutricionista Cristina Zambarda fala sobre a intolerância à lactose, sintomas e cuidados que os pacientes devem tomar para que esse quadro se agrave. “Intolerância à lactose ocorre quando o intestino delgado não produz enzima lactase suficiente, ou seja, não quebra a lactose, impedindo que o organismo absorva os nutrientes do leite”, explica ela.
A nutricionista explica que quando criança, podemos desenvolver algum tipo de alergia ao leite e seus derivados, por não produzirmos a lactase, mas no decorrer da vida, a produção dessa enzima pode diminuir ou não produzir mais agravando o caso até se tornar intolerante à lactose. “Os graus de intolerância são classificados em leve, moderado e grave, sendo que o grave é quando o paciente não pode consumir nenhum derivado do leite”.
Combater a intolerância não há como, o que pode ser feito nos casos menos graves, é o uso de medicação para que a pessoa consiga consumir, moderadas quantidades de derivados do leite sem que sofram efeitos colaterais. Os principais sintomas são dores abdominais, dores de cabeça, vômitos, diarreias e náuseas entre outros variando o caso.
E Cristina afirma que são cada vez mais frequentes os casos de intolerantes, pois muitos pensam que os sintomas são apenas indisposições digestivas e não buscam tratamento, até que o médico indique um tratamento onde sejam retirados os alimentos contendo lactose e sejam feitos exames, muitas pessoas convivem com esse problema sem saber. “O diagnóstico é a melhor solução”, conclui ela.



